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Violência contra a mulher no Brasil: números alarmantes, leis em ação e caminhos para a mudança

A violência contra a mulher segue como um dos maiores desafios sociais do Brasil. Este artigo apresenta dados estatísticos recentes, histórias reais que revelam a gravidade da situação, avanços da legislação como a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio, além das políticas públicas e ações da sociedade civil que buscam reduzir os índices de agressão. Um panorama completo sobre os obstáculos e os caminhos possíveis para construir uma cultura de respeito e igualdade.

Violência contra a mulher no Brasil: números alarmantes, leis em ação e caminhos para a mudança
Violência contra a mulher no Brasil: números alarmantes, leis em ação e caminhos para a mudança (Foto: Reprodução)

Violência contra a mulher no Brasil: números alarmantes, leis em ação e caminhos para a mudança

A violência contra a mulher continua sendo um dos maiores desafios sociais do Brasil: em 2025, os pedidos de medidas protetivas chegaram a mais de 82 mil em um único mês, e os processos de feminicídio julgados cresceram 225% desde 2020. Apesar dos números alarmantes, avanços legislativos e políticas públicas vêm sendo implementados para enfrentar essa realidade.


Violência contra a mulher no Brasil: um panorama
Estatísticas recentes

Em setembro de 2025, a Justiça recebeu 82.531 novos pedidos de medidas protetivas.

Em 2024, foram julgados 10.991 processos de feminicídio, contra 3.375 em 2020 — um aumento de 225%.

O Painel da Violência Doméstica do CNJ mostra crescimento contínuo nos registros de casos de violência doméstica.

Histórias que refletem a realidade

Casos de mulheres que buscam proteção judicial revelam a urgência de respostas rápidas. Muitas relatam que medidas como o botão do pânico e casas de acolhimento foram decisivas para salvar suas vidas.

Organizações da sociedade civil também dão suporte psicológico e jurídico, mostrando que a rede de apoio é fundamental.

Legislação e avanços
Lei Maria da Penha (2006): marco histórico que tipificou a violência doméstica e criou mecanismos de proteção.

Lei do Feminicídio (2015): incluiu o feminicídio como crime hediondo.

Novas medidas (2023–2025):

Lei de Igualdade Salarial e Política Nacional de Cuidados.

Retomada do programa Mulher Viver sem Violência, que integra serviços de saúde, segurança e justiça.

O que está sendo feito para reduzir a violência
Ações do Ministério das Mulheres (2023–2025):

Criação de políticas de igualdade e cuidado.

Expansão de programas de acolhimento e proteção.

Campanhas nacionais de conscientização.

Judiciário e CNJ:

Lançamento de painéis de dados para monitorar casos.

Ampliação de varas especializadas em violência doméstica.

Sociedade civil:

ONGs e coletivos feministas oferecem apoio jurídico e psicológico.

Projetos comunitários promovem educação e prevenção.

Desafios e caminhos
Desafios:

Subnotificação de casos.

Barreiras culturais que naturalizam a violência.

Falta de estrutura em cidades pequenas.

Caminhos possíveis:

Investir em educação de gênero desde a infância.

Garantir acesso rápido a medidas protetivas em todo o país.

Fortalecer a rede de apoio comunitária e ampliar políticas públicas.

Conclusão
A violência contra a mulher é uma chaga que exige ação conjunta: Estado, sociedade e indivíduos. Os números mostram a gravidade, mas também apontam para avanços importantes. O desafio é transformar leis e políticas em proteção efetiva e em uma cultura de respeito e igualdade.

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